Meu mundo desmorona enquanto durmo, sinto a força de dois mil homens lutando para acordar em minha alma. Tudo cai... Cai-se os homens, as montanhas, a chuva, tudo. Só não caio eu porque ainda estou durmindo.
Um lugar de poesias, devaneios e epifanias de um jovem escritor. Nada além de rabiscos, textos não editados, vomitados do jeito que saíram da mente, sem edição, nu, como a nossa alma.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
O Mendigo da 25.
A cidade é um caos criado por nós, um amontoado de seres onde muitos lutam para sobreviver em meio a essa bagunça. A estoria que irei contar é de mais uma dessas pessoas que batalham todos os dias para sobreviver, um velho mendigo que era visto perambulando pelas ruas da grande São Paulo.
Quem passasse ali pelas ruas da 25 encontraria este mendigo aglomerado em meio a tantos outros pedintes, seu visual não era tão diferente quanto a dos demais companheiros de miséria, nem tampouco sua faceta que como tradição (acho que é assim que posso classificar) possuía as mesmas características de um mendigo qualquer. Imagine então apenas a figura de um velho com roupas de trapo.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Água
Dizem que somos constituídos de 70% de água em nosso corpo, será que dá pra me afogar em mim mesmo?
Crescer
- Odeio essa parte da vida.
- Qual?
- Crescer.
- Mas porquê? Você não quer amadurecer?
- Nem sempre crescer significa amadurecer, se quisermos podemos ser maduros, mas ainda sermos crianças.
- Qual?
- Crescer.
- Mas porquê? Você não quer amadurecer?
- Nem sempre crescer significa amadurecer, se quisermos podemos ser maduros, mas ainda sermos crianças.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Gramaticalmente errando
Ta ligado quando dizem pra você não escrever desta forma pois ela é considerada gramaticalmente errada? pois bem, observem meu ; disposto de forma indecente e sentindo remorso por estar fora das normas gramaticais.
domingo, 1 de julho de 2012
O conto do Pesca Nada
Tomo em punho aqui a escrever um conto, um conto diferente sobre um homem pacato, que vivia a pescar sem isca todos os finais de semana em um dique defronte a um mar calmo.
Todo o domingo de manhã quem visitasse o tal dique em uma cidadezinha pequena não se sabe lá onde, ei de encontrar um tal homem que a todos era conhecido como o Pesca Nada. Muitos pescadores visitavam o local apenas para zombar do pobre homem que todos os finais de semana estava ali de prontidão sentado no dique tomando água em garrafa e com sua caixa de peca do lado. Ao que todos dizem, ali naquela região não há peixes por causa de uma hidrelétrica construída na cidade vizinha, os peixes que ali habitavam buscaram condições de vida mais prospera para fertilização na praia seguinte aquela.
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